Hoje assisti à apresentação de um novo concurso que a SIC vai emitir a partir de Setembro. Já não bastava termos que aturar com as desgraças que a SIC e a TVI têm vindo a apostar nos últimos tempos no horário nobre da televisão portuguesa, como agora vamos ter que levar com a versão Castelo-Branco na SIC! Este novo lixo televisivo irá chamar-se "Esquadrão G", provavelmente por ser apresentado por cinco gays e parece ter como objectivo transformar labregos em metrossexuais... Mais uma miséria que, às tantas, até vai para o ar depois do noticiário da noite. Enfim, uma desgraça...
Claro que este tipo de programas só os vê quem quer, mas não seria lógico que o Instituto da Comunicação Social tivesse uma intervenção mais activa, no sentido de exigir às empresas televisivas um pouco mais de credibilidade e de preocupações a nível social? É que, se o Estado concedeu licenças televisivas à SIC e à TVI para emitirem em canal aberto, então estas não deveriam ter apenas a missão de encher os seus cofres de lucro, devendo também cumprir o seu papel de intervenientes a sociedade. Não é voltar aos tempos do lápis azul da censura, mas sim perceber que a formação e a educação dos nossos jovens não se concretiza só na Escola, mas também em casa e que, infelizmente, a televisão, a par da Internet, é cada vez mais a companhia da nossa juventude...
Neste sentido, há que elogiar a forma como a RTP tem "ignorado" a guerra das audiências e cumprido o seu compromisso de serviço público. Pena é que canais como a RTP Memória ou a SIC Notícias ainda não estejam à disposição da maioria da população portuguesa e que muitos dos seus programas não sejam emitidos pela RTP1 e SIC.
Agora, com a nova abjecção da SIC que aí vem, qual será a estratégia da TVI? Cavar ainda mais no fundo da podridão televisiva?
Claro que este tipo de programas só os vê quem quer, mas não seria lógico que o Instituto da Comunicação Social tivesse uma intervenção mais activa, no sentido de exigir às empresas televisivas um pouco mais de credibilidade e de preocupações a nível social? É que, se o Estado concedeu licenças televisivas à SIC e à TVI para emitirem em canal aberto, então estas não deveriam ter apenas a missão de encher os seus cofres de lucro, devendo também cumprir o seu papel de intervenientes a sociedade. Não é voltar aos tempos do lápis azul da censura, mas sim perceber que a formação e a educação dos nossos jovens não se concretiza só na Escola, mas também em casa e que, infelizmente, a televisão, a par da Internet, é cada vez mais a companhia da nossa juventude...
Neste sentido, há que elogiar a forma como a RTP tem "ignorado" a guerra das audiências e cumprido o seu compromisso de serviço público. Pena é que canais como a RTP Memória ou a SIC Notícias ainda não estejam à disposição da maioria da população portuguesa e que muitos dos seus programas não sejam emitidos pela RTP1 e SIC.
Agora, com a nova abjecção da SIC que aí vem, qual será a estratégia da TVI? Cavar ainda mais no fundo da podridão televisiva?