sábado, dezembro 31, 2005
Agradecimentos e votos de um grande 2006...
domingo, dezembro 25, 2005
O melhor Natal...
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Tempo de Natal
quarta-feira, dezembro 21, 2005
Uma questão de inteligência...
sábado, dezembro 17, 2005
Quantas "Fátimas" mais terão que sofrer?
domingo, dezembro 11, 2005
Dois pesos e duas medidas?
O que mais me intriga é o facto da IGE apenas apontar recomendações e nada fazer em termos da assumpção de responsabilidades por este tipo de irregularidades cometidas. Então ninguém se responsabiliza por erros que são cometidos nas colocações dos professores, com enormes problemas para a vida destes? Pois é, assim não vale...
domingo, dezembro 04, 2005
Como seria hoje Portugal?
quinta-feira, dezembro 01, 2005
Para quando o abrir dos olhos...
domingo, novembro 27, 2005
Polémicas sem sentido...
Algumas das afirmações constantes num novo documento aprovado pelo Papa Bento XVI a 31 de Agosto de 2005 e que foi dado a conhecer na passada semana foram recebidas com alguma revolta e admiração por uma parte significativa da sociedade, católicos incluídos.
Ora bem, esta polémica deveu-se à seguinte afirmação: "a Igreja não poderá admitir no seminário e nas ordens sagradas aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais enraizadas ou apoiam o que se chama a cultura gay'". Será que há alguma novidade nesta ideia defendida pelo Papa Bento XVI? Não me parece...
Pode-se criticar a oportunidade da declaração ou até mesmo o teor clarificador e frontal que a mesma incorpora. Há quem diga que, ao omitir-se a posição da Igreja relativamente aos heterossexuais, estamos na presença de um "ataque" aos gays. Mas, convém não esquecer que a Igreja tem como base da sua acção a família, pelo que não pode aceitar que alguém homossexual proclame, "eucaristicamente", a defesa da família, dita, tradicional: pai, mãe e filho(a)s...
Bem sei que recorrendo a estudos das áreas da medicina, da biologia ou da psicologia não fará muito sentido afirmar que a homossexualidade é uma "desordem", como consta da declaração. Mas, a esfera em que a Igreja Católica se move é outra: é a da defesa e promoção de um estilo de vida que vise princípios basilares como a família e a descendência. Ora, a promoção da cultura gay não enquadra nestes postulados, pelo que é normal que para abençoar um casamento ou um baptizado não se possa ser homossexual...
Afinal, porquê tanto frenesim? A mania da vitimização por parte dos gays ou a incapacidade da Igreja Católica para melhor comunicar com uma sociedade cada vez mais parca na defesa de valores e princípios? Talvez as duas razões sejam verdadeiras!!!
segunda-feira, novembro 21, 2005
Ai se fosse por cá!!!
quarta-feira, novembro 16, 2005
Os nacionais, os imigrantes e os sem Pátria...
quinta-feira, novembro 10, 2005
A diferença entre ser-se discreto ou provocatório...
Pois bem, enquanto professor, mais do que fazer juízos de valores ou criticar uma das partes e "absolver" a outra, penso que será importante que as escolas reflictam muito bem sobre este tipo de situações, incorporando nos seus Regulamentos Internos o que fazer em casos análogos. Se bem que seja diferente, muitas escolas já prevêem o que fazer no caso dos alunos serem "apanhados" a fumar ou na posse de objectos contundentes. Mas, não seria melhor estipular a proibição de determinados comportamentos e atitudes entre alunos que possam sugerir condutas de cariz provocatório para com a comunidade educativa em geral? Atente-se que há escolas onde convivem alunos com idades compreendidas entre os 11 e os 20 anos... Independentemente dos namoros serem entre heterossexuais ou homossexuais, um estabelecimento escolar é um local onde a reserva, o ser-se discreto e a boa conduta devem prevalecer. Na escola onde lecciono já passei por casais de namorados que fazem questão de dar nas vistas em poses que tendem, no mínimo, a incomodar quem passa ao lado... Porque não proibir gestos e atitudes que de discreto não têm nada? Não me falem em coarctar a liberdade pessoal e individual das pessoas. Como se costuma dizer, a liberdade de cada um acaba quando a do outro é posta em causa... Apenas se trata de impor limites a certos comportamentos que tendem a perturbar o normal desenrolar das actividades educativas...
sábado, novembro 05, 2005
A (bem)dita Pátria...
quarta-feira, novembro 02, 2005
Uma pequena amostra do que aí vem...
Só os mais distraídos e menos atentos à política portuguesa é que podem ter ficado admirados com a postura, no mínimo, arrogante e maldosa com que Soares se referiu repetidamente a propósito de Cavaco Silva. Aliás, em vez de ter sido a jornalista a conduzir a entrevista vimos um Mário Soares a aproveitar todas as questões para atacar o seu adversário Cavaco Silva, tendo-o mesmo apelidado de intermitente, silenciador e desconhecedor de política internacional. Soares chegou ao ponto de ler afirmações proferidas por Cavaco Silva em contextos diferentes, ao mesmo tempo que tudo fez para tentar passar a mensagem de Cavaco Silva poderá colocar em causa os direitos dos trabalhadores portugueses, esquecendo-se que é ao Governo de Sócrates que cabe conduzir a política económica e social do País.
Fica claro que a campanha eleitoral não será fácil para Cavaco Silva, sobretudo porque Soares e os restantes candidatos de esquerda não se cansarão de assustar os portugueses com a imagem do Cavaco Silva "papão". Os ataques pessoais serão mais que muitos e a equipa liderada por Soares tudo fará para denegrir a imagem de Cavaco.
Esperemos que o povo português tenha a lucidez suficiente para não se deixar levar neste tipo de ataques pessoais e consiga alhear-se de uma campanha de esquerda que apenas funciona pela negativa e na base do ódio e da raiva...
segunda-feira, outubro 31, 2005
1 de Novembro: um feriado discutível...
terça-feira, outubro 25, 2005
Diferenças mais que óbvias
quarta-feira, outubro 19, 2005
Pois é! A resposta está na educação...
domingo, outubro 16, 2005
Ai Portugal, Portugal...
quarta-feira, outubro 12, 2005
Era uma vez...
Assim, desde muito novo que o rapaz começou a acompanhar o seu avô, em vivências e aventuras que a memória guardará para sempre. Fosse em tertúlias de café que o avô tinha com os da sua idade e para as quais fazia questão de levar o neto ávido de curiosidade; fosse nos passeios que ambos faziam pelos caminhos escondidos da Serra da Estrela, munidos apenas de um saco de maçãs e de uma garrafa de água; fosse nas esplanadas das praias da Figueira da Foz e de S. Pedro de Moel, no tempo das férias de Verão, nas quais as mulheres iam para o areal tomar banhos de sol e eles os dois ficavam numa qualquer esplanada virada para o mar, com o avô a contar histórias com mais de meio século; fosse na velha oficina de encadernação em que o avô dava largas à sua vocação de artista (encadernador de livros), com o jovem rapaz a aprender com o velho mestre avô a arte de bem encadernar; enfim, muitas foram as horas nas quais avô e neto passaram juntos belos e inesquecíveis momentos...
Esse jovem sempre viu o avô como o seu grande ídolo, pelo que desde novo foi decisivamente influenciado pelos ensinamentos que o avô lhe foi dando, assumindo a defesa de valores para os quais o seu velho mestre sempre se esforçou: o respeito, o esforço, a dedicação e a verdade... Assim, com o passar dos anos, o jovem rapaz foi moldando a sua maneira de ser, sem nunca esquecer os conselhos que o seu avô lhe prestou.
Agora que o seu avô deixou o mundo dos vivos, o jovem sabe o que seu velho mestre estará para sempre presente junto de si, em lembranças e recordações de momentos maravilhosos por ambos vividos e, inclusivamente, nas formas de pensar e estar na vida assumidas por esse rapaz, qual fã que segue os passos do seu ídolo.
Esta história é verídica. O rapaz sou eu e o velho mestre o meu avô. Jamais te esquecerei, querido avô...
segunda-feira, outubro 10, 2005
Autárquicas 2005: uma breve reflexão
Por outro lado, não admitir que o PSD e a sua liderança saem reforçados destas eleições é não querer admitir que a estratégia levada a cabo por Marques Mendes deu excelentes resultados, da qual a derrota em Faro constitui a excepção que confirma a regra. Depois, há que aceitar os factos: o PS, nas pessoas de Jorge Coelho e José Sócrates, saem amplamente derrotados, visto que os candidatos por eles apoiados a cidades tão importantes como Lisboa, Porto, Sintra, Coimbra ou Gaia tiveram resultados aquém dos esperados, alguns dos quais vergonhosos. Outros derrotados que deveriam aprender a lição e afastar-se de vez da política foram Carrilho e Soares (pai e filho).
Quanto à questão que se tem levantado sobre se o Governo deve tirar ilações desta derrota socialista, penso que tal não se deve colocar. Os portugueses sabem distinguir os actos eleitorais e não acredito que alguém fosse votar num candidato do PSD, da CDU ou de outro partido apenas para penalizar o Governo. Agora que Sócrates sai fragilizado, enquanto líder do partido que apoia o Governo, disso não restam dúvidas.
E o que dizer do trio de independentes de que tanto se fala? Penso que os eleitores desses três concelhos avaliaram de forma positiva a acção desenvolvida nos respectivos municípios por Valentim, Fátima e Isaltino, ignorando a falta de ética que estes demonstraram. Mas, fica claro que ainda há que legislar muito para que algum caciquismo seja derrubado a nível autárquico e para que a ética política seja valorizada para bem de todos nós. Aliás, a postura de Valentim na hora de cantar vitória demonstra bem que há quem tenha muito medo de perder o poder. Porque será?
Seguem-se as presidenciais...