segunda-feira, janeiro 30, 2006
Estará o clima "louco"?
quinta-feira, janeiro 26, 2006
Terroristas no poder. E agora, Soares?
domingo, janeiro 22, 2006
A vitória do bom-senso e da credibilidade...
quarta-feira, janeiro 18, 2006
Votar em Cavaco Silva: uma questão de bom-senso...
sábado, janeiro 14, 2006
Felicidade maior não há!
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Mais uma prova da (im)parcialidade deste Governo...
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Diferentes entre iguais?
quinta-feira, janeiro 05, 2006
Soares até mente para tentar ganhar!!!
terça-feira, janeiro 03, 2006
Um futebol "gangsterizado"...
sábado, dezembro 31, 2005
Agradecimentos e votos de um grande 2006...
domingo, dezembro 25, 2005
O melhor Natal...
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Tempo de Natal
quarta-feira, dezembro 21, 2005
Uma questão de inteligência...
sábado, dezembro 17, 2005
Quantas "Fátimas" mais terão que sofrer?
domingo, dezembro 11, 2005
Dois pesos e duas medidas?
O que mais me intriga é o facto da IGE apenas apontar recomendações e nada fazer em termos da assumpção de responsabilidades por este tipo de irregularidades cometidas. Então ninguém se responsabiliza por erros que são cometidos nas colocações dos professores, com enormes problemas para a vida destes? Pois é, assim não vale...
domingo, dezembro 04, 2005
Como seria hoje Portugal?
quinta-feira, dezembro 01, 2005
Para quando o abrir dos olhos...
domingo, novembro 27, 2005
Polémicas sem sentido...
Algumas das afirmações constantes num novo documento aprovado pelo Papa Bento XVI a 31 de Agosto de 2005 e que foi dado a conhecer na passada semana foram recebidas com alguma revolta e admiração por uma parte significativa da sociedade, católicos incluídos.
Ora bem, esta polémica deveu-se à seguinte afirmação: "a Igreja não poderá admitir no seminário e nas ordens sagradas aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais enraizadas ou apoiam o que se chama a cultura gay'". Será que há alguma novidade nesta ideia defendida pelo Papa Bento XVI? Não me parece...
Pode-se criticar a oportunidade da declaração ou até mesmo o teor clarificador e frontal que a mesma incorpora. Há quem diga que, ao omitir-se a posição da Igreja relativamente aos heterossexuais, estamos na presença de um "ataque" aos gays. Mas, convém não esquecer que a Igreja tem como base da sua acção a família, pelo que não pode aceitar que alguém homossexual proclame, "eucaristicamente", a defesa da família, dita, tradicional: pai, mãe e filho(a)s...
Bem sei que recorrendo a estudos das áreas da medicina, da biologia ou da psicologia não fará muito sentido afirmar que a homossexualidade é uma "desordem", como consta da declaração. Mas, a esfera em que a Igreja Católica se move é outra: é a da defesa e promoção de um estilo de vida que vise princípios basilares como a família e a descendência. Ora, a promoção da cultura gay não enquadra nestes postulados, pelo que é normal que para abençoar um casamento ou um baptizado não se possa ser homossexual...
Afinal, porquê tanto frenesim? A mania da vitimização por parte dos gays ou a incapacidade da Igreja Católica para melhor comunicar com uma sociedade cada vez mais parca na defesa de valores e princípios? Talvez as duas razões sejam verdadeiras!!!