A guerra que há três semanas eclodiu entre as forças armadas de um país soberano e democrático e um grupo fanático, terrorista e antidemocrático tem sido pretexto para o confronto de diferentes pontos de vista sobre a legitimidade de recorrer à força militar para defender uma Nação...Sejamos claros! Israel é um dos países mais democráticos do mundo, onde a defesa dos cuidados de saúde, a elevação da qualificação/educação e a promoção da qualidade de vida da sua população constituem princípios básicos das políticas nacionais. Em Israel, a liberdade de expressão é um dado adquirido. Pelo contrário, na Palestina, o povo está refém de um grupo terrorista que se julga "dono" dos valores defendidos por um povo iletrado, sujeito ao delito de opinião, cujas crianças são, desde cedo, moldadas com fins belicistas.
O Hamas, como muitos outros grupos terroristas espalhados pelo mundo, sobrevive à custa da ignorância dos seus súbditos. Já em Israel, a diversidade de pontos de vista (ortodoxos, liberais, conservadores) não impede que um povo se una em defesa do seu território e das suas gentes.
Para aqueles que (ainda) defendem a postura tomada pelo Hamas e se deixam levar pela propaganda veiculada por muita da comunicação social, com a promoção de imagens chocantes, deixo-vos com esta imagem que é prova de como é o Hamas que promove a guerra. Uma guerra que não é só militar, mas também de princípios, valores e atitudes...
O DN publica hoje, em primeira página, que
O que se passou na última sexta-feira na Assembleia da República, acrescido de tudo aquilo que se tem vindo a saber nos últimos dias pela comunicação social é 











Notícia do dia: 
Os russos devem andar loucos!
