As mais recentes notícias vindas a público acerca das alegadas pressões exercidas pelo Procurador Lopes da Mota aos investigadores do caso Freeport revelam demasiadas coincidências. Ora, convenhamos que não será por acaso que Lopes da Mota terá sido secretário de Estado da Justiça do primeiro Governo de António Guterres (1996-1999), na altura em que José Sócrates era secretário de Estado do Ambiente.Estas ligações perigosas entre a Justiça e a Política justificam que o cidadão comum desconfie daqueles que nos (des)governam e das suas relações com a Justiça. Depois queixam-se que o povo diga que a Justiça não é igual para todos. Claro que não!!!
Recordemos os episódios passados coma Justiça que mete gente da política e o que mais se vê é a palavra "absolvição". Tenho a ideia que no caso Freeport nem sequer haverá absolvição. Cá para mim não haverá sequer processo judicial...
Sócrates considera-se imparcial e completamente incapaz de exercer pressão sobre quem quer que seja. Alguém acredita mesmo nisso? Eu não me acredito. Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és! As ligações de Sócrates são perigosas e os exemplos são muitos: o caso dos resíduos da Cova da Beira, o caso das "casas licenciadas da Guarda", o caso da "licenciatura de Sócrates" e agora o caso "Freeport"...
A ideia com que se fica é que Sócrates não merece continuar a ser Primeiro-Ministro. Felizmente que o mandato deste Governo está a terminar. Esperemos é que até às eleições a verdade (finalmente) seja conhecida.
Discursos, discursos e discursos! A isto se resume o dia de hoje.



Há mais de uma semana que o país está mergulhado numa única questão: 

O DN publica hoje, em primeira página, que
O que se passou na última sexta-feira na Assembleia da República, acrescido de tudo aquilo que se tem vindo a saber nos últimos dias pela comunicação social é 









