Depois de ter prometido mais 150 000 empregos, eis que Sócrates conseguiu que Portugal atingisse o meio milhão de desempregados. Isto segundo as contas do INE, porque a realidade será certamente muito pior. E porquê? Muito simples. Porque se contarmos as pessoas que já desistiram de procurar emprego, que preferem viver à custa dos rendimento mínimos, dos subsídios e dos "biscates", a acrescentar aos empregos precários e aos que foram "obrigados" a emigrar, então a verdade é que a empregabilidade em Portugal andará pelas ruas da amargura, com muito mais do que 500 000 desempregados.
Um país onde muita da função pública (nas escolas, nos hospitais, nas autarquias, etc.) aufere ordenados inferiores a 700 euros e com um sector privado (sobretudo na indústria, comércio e serviços) onde impera o salário mínimo nacional, apenas o turismo tem impedido que a crise no nosso país seja catastrófica. Durante quatro anos e meio, Sócrates apenas se preocupou em cortar nas despesas com os funcionários públicos e em multiplicar aquilo a que o povo apelida de "rebuçados" na caça ao voto: computadores à borlix, cheques-dentista, rendimentos mínimos, diplomas facilitistas, etc. E agora promete o cheque-bébé. Uma vergonha!!!
Manuel Pinho, o Ministro que no Governo de Sócrates mais vezes fez rir o povo português,
Sócrates pensa que a maioria dos portugueses são parvos.
Hoje comemora-se o Dia Mundial das Crianças. Claro que para qualquer pai e mãe que se preze todos os dias são dias da criança. Mas, 

Discursos, discursos e discursos! A isto se resume o dia de hoje.



Há mais de uma semana que o país está mergulhado numa única questão: 

O DN publica hoje, em primeira página, que
O que se passou na última sexta-feira na Assembleia da República, acrescido de tudo aquilo que se tem vindo a saber nos últimos dias pela comunicação social é 