O Fórum Económico Mundial colocou Portugal em 4º lugar nos países com melhores infra-estruturas rodoviárias. Como sabemos, os governos socráticos foram os que mais dinheiro esbanjaram (e que mais dívidas deixaram para as gerações vindouras) em auto-estradas. Muitas dessas auto-estradas revelaram-se autênticos "elefantes brancos" que apenas serviram os interesses das construtoras e não dos contribuintes. Dois dos casos mais flangrantes são os da A17 e A28, auto-estradas de ligação Sul-Norte no Centro Litoral que distam poucos quilómetros da A1. De Aveiro ao Porto, não se compreende que paralela à A1 se tenha construído a A28. Mas, mais disparates são possíveis de se comprovar nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, onde se multiplicam as auto-estradas desertas.
Outros erros cometidos foram os referentes à construção de auto-estradas portajadas em cima de itinerários principais. O caso mais gritante é o da A25: a única alternativa que existia no eixo Vilar Fomoso-Aveiro foi destruída para aí se construir uma A25 paga e que obriga os automobilistas a ela recorrerem quando pretendem deslocar-se entre Aveiro, Viseu, Guarda e Vilar Formoso!!!
Mas, para o disparate não ficar por aqui, o último governo socrático tudo fez para que, além de termos das melhores auto-estradas do mundo, pudéssemos ter as melhores escolas do mundo, pelo que se decidiu a gastar mais dinheiro dos contribuintes nesse "elefante branco" chamado Parque Escolar. Objectivo: erguer escolas de luxo, descurando o essencial, ou seja, os recursos humanos. Agora já temos escolas secundárias que mais paracem universidades, mas que não têm verbas para pagar a conta da luz. Vamos ter escolas de luxo em vilas em declínio populacional e cujas vantagens para as comunidades locais são mais que duvidosas.
Foi a política do betão ao desbarato, com efeitos à vista...
Mas Sócrates e os amigos queriam mais do mesmo. Não chegou a asneira de gastarem milhões no Aeroporto de Beja, como ainda queriam aumentar os "elefantes brancos" na versão TGV, Aeroporto de Alcochete e mais auto-estradas que nem cogumelos por esse país fora. Pura incompetência! O saldo está à vista. Podemos ser os melhores do mundo em auto-estradas, mas no que verdadeiramente interessa estamos na mesma, ou seja, como a lesma: educação, saúde, justiça, desigualdades, produtividade...
E o homem lá continua na boa vida em Paris, enquanto o zé povinho aqui tem de aturar todos os dias com as manias da troika!







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O Governo Sócrates, na ânsia de promover o betão de luxo (dando assim a ganhar milhões de euros às constutoras dos seus amigos) criou a Parque Escolar, empresa pública responsável pela requalificação de mais de 330 escolas.

