Durante esta semana dar-se-á início a mais um ano lectivo. O Ministério da Educação informou as escolas que as aulas teriam que começar entre hoje e sexta-feira.
A maioria dos estabelecimentos escolares, no meio de tanta trapalhada, decidiu-se por apenas iniciar as actividades lectivas na próxima sexta-feira. É que a confusão instalada nas escolas à volta da distribuição do serviço docente, da definição dos horários dos professores, da abertura ou não de EFA`s, do estabelecimento dos apoios escolares, entre outros assuntos, é tanta que estaremos, uma vez mais, confrontados com um novo ano lectivo que se espera, no mínimo, atribulado. Já não bastam as injustiças de termos professores com oito, nove ou mais turmas, enquanto que outros (os de horário zero) podem vir a estar um ano de "férias" e a receber (e há quem goste disso), como ainda temos a tal questão dos 30 alunos por turma, da agregação de escolas, do aumento dos CEF`s, profissionais, PCA`s para os professores do costume, etc, etc, etc,
A maioria dos estabelecimentos escolares, no meio de tanta trapalhada, decidiu-se por apenas iniciar as actividades lectivas na próxima sexta-feira. É que a confusão instalada nas escolas à volta da distribuição do serviço docente, da definição dos horários dos professores, da abertura ou não de EFA`s, do estabelecimento dos apoios escolares, entre outros assuntos, é tanta que estaremos, uma vez mais, confrontados com um novo ano lectivo que se espera, no mínimo, atribulado. Já não bastam as injustiças de termos professores com oito, nove ou mais turmas, enquanto que outros (os de horário zero) podem vir a estar um ano de "férias" e a receber (e há quem goste disso), como ainda temos a tal questão dos 30 alunos por turma, da agregação de escolas, do aumento dos CEF`s, profissionais, PCA`s para os professores do costume, etc, etc, etc,
Contudo, durante estes dias iremos ter a habitual ronda ministerial por escolas escolhidas a dedo e previamente avisadas e preparadas para a presença de Nuno Crato. A ver vamos como se comportam, desta vez, professores e alunos aquando da visita ministerial à escola de eleição. As instruções devem estar mais que definidas para que as câmaras televisivas apenas filmem sorrisos e gestos de alegria. Estou para ver se não vamos assistir novamente a apupos (no ano passado o massacrado até foi Cavaco Silva) ou se a teatralização vai ser suficiente para camuflar o mal-estar que se vive por estes dias nas escolas públicas.
À noite vamos poder assistir a uma entrevista de Nuno Crato na TVI. Estou curioso por ver de que forma é que a Judite de Sousa vai abordar dois temas: o das colocações dos professores (e sobretudo os horários zero) e o dos cursos vocacionais e profissionais. A ver vamos se vai conseguir tirar da boca do Ministro as razões que estão por detrás das imensas mudanças verificadas ultimamente: a poupança ao nível dos recursos financeiros (ou seja, a diminuição das despesas com salários e, logo, menos professores) ou se se vai deixar levar na conversa do costume. É importante que se ouça da boca de Nuno Crato a verdade por inteiro: que o Ministério da Educação tem instruções claras da troika para diminuir o número de professores e que os factores demográficos não explicam tudo...
Na RTP1 também haverá um especial às 21 horas sobre o ano escolar. Também estou curioso por ver de que forma é que a RTP vai abordar o assunto. Mas, espero ainda mais pelo Prós e Contas sobre o assunto (não sei quando será, mas certamente que voltaremos a ter mais do mesmo, ou seja, uma Fátima Campos Ferreira mal preparada e incapaz de abordar verdadeiramente os prós e os contras). Ficamos à espera...







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O Governo Sócrates, na ânsia de promover o betão de luxo (dando assim a ganhar milhões de euros às constutoras dos seus amigos) criou a Parque Escolar, empresa pública responsável pela requalificação de mais de 330 escolas.