Estamos no início de mais um ano decisivo para Portugal. É o ano em que poderemos voltar a ter a nossa autonomia financeira e em que nos será devolvida a faculdade de tomarmos as medidas conducentes ao desenvolvimento de uma economia sustentável. Para que isso se torne numa realidade, há um conjunto de reformas que têm de ser tomadas e cuja execução está já em curso.
Algumas dessas reformas estão bem explícitas no novo livro de Camilo Lourenço, intitulado "Basta", cuja leitura recomendo aos que querem saber um pouco mais (com dados estatísticos concretos e não apenas com banalidades) sobre as razões que levaram a que Portugal, pela terceira vez em 38 anos de democracia, tivesse de recorrer à ajuda externa para escapar à situação de bancarrota. Sim, há que recordar: estivemos à beira da bancarrota!!!
Algumas dessas reformas estão bem explícitas no novo livro de Camilo Lourenço, intitulado "Basta", cuja leitura recomendo aos que querem saber um pouco mais (com dados estatísticos concretos e não apenas com banalidades) sobre as razões que levaram a que Portugal, pela terceira vez em 38 anos de democracia, tivesse de recorrer à ajuda externa para escapar à situação de bancarrota. Sim, há que recordar: estivemos à beira da bancarrota!!!
Deixo aqui as medidas que Camilo Lourenço defende para termos um Portugal mais desenvolvido e competitivo:
- Reforma da Administração Pública
- Simplificação do Sistema Fiscal e da Administração Pública
- Fim da gratuidade da Educação e da Saúde
- Combate à justiça cara e de fraca qualidade
- Fim do concubinato Estado-empresas
- Reduzir o excesso de dívida nas empresas
- Apostar nas exportações como motor do crescimento
- Aumento da produtividade
- Aumento da competitividade
- Potenciar o relacionamento com África
- Reformar a geração de Abril
- apostar numa re-industrialização do país, baseada em indústrias inovadoras e na atracção de investimento externo (mais um ou dois investimentos do género da Autoeuropa seriam algo de extraordinário e decisivo para o crescimento do nosso PIB);
- investir numa Educação mais rigorosa, exigente e mais virada para as reais necessidades do país (recuperar as antigas escolas técnicas e industriais onde o ensino ia muito para além dos ensinamentos teóricos - a este nível, a aposta num ensino dual parece ser uma hipótese válida);
Finalmente, deixo uma medida que, não visando directamente o desenvolvimento económico de Portugal, considero essencial com vista a termos um país mais justo: a aplicação de uma verdadeira política de protecção e discriminação positiva para com as famílias que têm filhos. É que a sustentabilidade demográfica do nosso país deveria ser uma das principais preocupações sociais de qualquer Governo...
































