
Não existe, nesta pretensa união de esquerdas, qualquer tipo de solução estável e duradoura e, muito menos, credível! Aliás, em termos de credibilidade o que temos é uma mão cheia de nada. O que temos é vingança, ódio e apenas um propósito a unir estas esquerdas: a tal coligação negativa que apenas quer ver pelas costas Passos Coelho. Muito pouco para quem pensa que assim conseguiria ser alternativa ao Governo que (ainda) temos!
Cavaco Silva ouviu 24 personalidades. Destas, apenas três (sim, três!), afirmaram, sem rodeios, apoiar um hipotético Governo liderado por António Costa. A maioria nem sequer colocou de parte a hipótese de podermos continuar a ter um Governo de Gestão até novas eleições. Também eu vou pelo mesmo diapasão. Entre o mau e o menos mau, prefiro o menos mau até novas eleições, única forma de clarificar o que pensa o povo, em vez de darmos razão à estratégia da "facada" pelas costas, orquestrada por António Costa.
Costa saiu da audiência com o Presidente calado que nem um rato e foi Carlos César a prometer resposta. As posições extremaram-se, com o PS a ser tudo menos bem-educado e a preferir a lógica de esticar a corda. Que continuem a esticá-la. Cavaco Silva só tem de respeitar o que a Constituição manda: ouvir os partidos (já o fez) e ter em conta os resultados eleitorais (vitória da coligação). Agora. resta aguardar pela decisão final... Ah, o povo não esquece e Cavaco Silva também não!
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