quarta-feira, julho 12, 2006

No fim do mundo...

Num país onde impera a ditadura, a fome e a miséria, aqueles que estão no poder ousam "brincar" aos mísseis e às ameaças de guerra total. A Coreia do Norte é, sem dúvida, um dos lugares do mundo que melhor exemplifica até que ponto é que a acção humana pode ser tão odiosa e castradora de qualquer tipo de liberdade e dignidade concedida aos indivíduos.
Que planeta é este que permite que um país, onde a maioria da população sobrevive à custa do arroz que as organizações não-governamentais e as dádivas externas proporcionam, tenha a ousadia de afrontar alguns dos países mais desenvolvidos e democráticos do mundo com a demonstração de lançamento de mísseis que dariam para combater a fome de milhares de crianças de um povo analfabeto, ignorante e sem qualidade de vida?
Para que serve, afinal, a ONU? Para multiplicar as dádivas e os perdões de dívidas a países que brincam às guerras, aos conflitos e aos desvios de dinheiros? Urge fazer ver aos senhores da guerra das "Coreias do Norte" desde mundo que há quem não tenha medo de lhes fazer frente, por forma a libertar milhões de seres humanos destes monstros! É por estas e por outras que compreendo, em termos gerais, a postura proteccionista dos EUA no mundo...

5 comentários:

daniel tecelão disse...

A postura proteccionista dos EUA,está bem patente no Iraque!!!

contradicoes disse...

A ONU não passa duma organização fantoche ao serviço dos EUA. Sempre assim foi sempre assim será. Daí quem dita as sanções nunca é a ONU mas sim quem a manipula. Veja-se de resto o que está a acontecer com Israel a destruir a Palestina e não satisfeito a destruir o Libano, tudo isto porque foram raptados dois soldados israelitas, sem que lhe sejam aplicadas sanções face à violação de direitos humanos, abatendo civis inocentes através de bombardeamentos intensos.

IsaMar disse...

Oi
Pois é. Infelizmente é a realidade.

fica bem

Luisa disse...

Quem é que ainda acrdita na ONU? Aliás ninguém lhe obedece...

Anónimo disse...

That's a great story. Waiting for more. » »