quinta-feira, janeiro 08, 2009

Não vale a pena radicalizar. Em Setembro, Sócrates vai ter a resposta dos professores...

O DN publica hoje, em primeira página, que alguns dos sindicatos de professores ponderam a possibilidade de defender a convocação de uma greve por tempo indeterminado por forma a forçar o Governo a mudar de posição quanto ao actual modelo de avaliação de desempenho docente. Este jornal, órgão (quase) oficial do Governo, tem vindo a promover, nos seus editorais e colunas de opinião, uma campanha de desinformação sobre a temática da educação, chegando, muitas vezes, através de Fernanda Câncio e outros jornalistas, a denegrir a própria imagem da classe profissional dos professores... Agora lança o medo sobre o país, tentando colocar pais contra professores!
Já Maria de Lurdes Rodrigues tem vindo a optar, através do seu mensageiro-mor Pedreira, pela estratégia da ameaça e chantagem, tentando com que os professores tenham medo de fazer valer a sua opinião. Gostaria de ver mais de 100 000 profissionais a serem alvo de um processo disciplinar colectivo por não entregarem um documento cuja legislação não o confere como de entrega obrigatória.
Quanto aos sindicatos, depois de terem assinado um memorando de entendimento contra a vontade dos seus representantes, sentem-se obrigados a, finalmente, irem atrás das circunstâncias. E as circunstâncias resumem-se à opinião dos professores deste país... Os professores deixaram de estar reféns da Fenprof...
Podem os professores continuar a ser marginalizados por este Governo ou a ser ignorados por muitos supostos encarregados de educação deste país, mas é quase certo que será a classe docente a retirar, daqui a pouco mais de meio ano, a maioria absoluta ao PS. Vai uma aposta???

16 comentários:

daniel tecelao disse...

Quem mais tem denegrido os professores,são os próprios professores.

daniel tecelao disse...

Quem mais tem denegrido os professores,são os próprios professores.

contradicoes disse...

Embora ainda haja professores que nele irão votar, quanto mais não sejam os militantes, também, não será com o meu contributo que ele lá voltará. Um abraço
Raul

Paulo Sempre disse...

Só espero que o "barco" chegue a "bom porto".
É certo que os professores são parte unteressante no que concerne a apresentar propostas com "cabeça tronco e membros" onde seja notório o unteresse "universal".

Abraço
Paulo

Rui disse...

"País está cada vez mais perigoso!"

Caro Pedro:
Ainda me recordo de uma reunião de José S. com professores socialistas (que passou quase despercebida) na qual foi apupado à viva força. Claro que acabou a vociferar que eram infiltrados e as habituais babosices do costume!

Gostava profundamente que o que prediz acontecesse mas ainda assim no silêncio da câmara de voto o habitual seguidismo...

Um abraço e Votos tardios de um Excelente Ano de 2009 para si e para os seus.

Rui V.

Anónimo disse...

Não vale a pena fazer muitas ondas. Ireis gramar com o Socrates por mais quatro anos e com nova maioria absoluta.
Tão certo como eu me chamar. Pedro Pinheiro
Cumprimentos

Anónimo disse...

Vão gramar com o Sócrates e levam com a avaliação.
Vejam se percebem que a balda acabou.

IsaMar disse...

Olá Pedro.
Concordo inteiramente contigo!
Os Portugueses, sobretudo os Professores estaõ desejosos de que o Sócrates se vá embora.
E as próximas eleições serão o reflexo.
Fica bem.

Anónimo disse...

Socrates vai continuar por mais quatro anos.
Agora com a greve às avaliações, os prof's ficam em maus lençois perante a opinião pública.
É uma boa forma de dizerem que não querem ser avaliados.
O povo português pode ser pouco letrado mas não é tão estupido como o querem fazer crer.
Pedro Pinheiro

Pedro disse...

Este Pedro Pinheiro é um brincalhão. Gostaria que ele viesse aqui após as eleições legislativas falar sobre a maioria absoluta que, segundo ele, Sócrates vai conseguir. A ver vamos...
Eu, cá por mim, continuo a pensar que serão os professores e as suas famílias a retirarem a maioria absoluta ao PS. Vai uma aposta?

Anónimo disse...

Pedro
Não aposte que perde.
Não pense que o país é so professores e juizes. Na verdade esses também contam.
O mal dos professores foi quererem continuar em roda livre autoavaliando-se como os juízes.
No meio disto tudo, o governo não está livre das sua responsabilidade neste processo.
Portugal não é uma república de professores e juízes.
Se o ensino vai mal neste país, uma quota parte se deve aos professores. E o povo português não é tão estúpido como aguns querem fazer crer. Os governos decretam e os professores ensinam.
Não são os governos que dão as aulas.
Pedro Pinheiro

Anónimo disse...

"Eu, cá por mim, continuo a pensar que serão os professores e as suas famílias a retirarem a maioria absoluta ao PS."




Eu sou casado com uma professora. A minha mulher vai votar onde sempre votou: PSD. Eu irei votar onde algumas vezes votei no PS, e os nossos filhos idem.
Ainda lhe dou o benefício da dúvida. Poderá o PS não chegar à maioria absoluta, mas este PSD é que não vai sair tão cedo do saco de gatos onde se encontra.
Pedro Pinheiro

Pedro disse...

Caro Pedro Pinheiro, depois das eleições serão efectuados estudos sociológicos que poderão, ou não, comprovar a minha teoria de como os professores terão um contributo decisivo para retirar a maioria absoluta a Sócrates e "obrigá-lo" a governar com princípios democráticos que possam ir além so simples acto do voto...
A ver vamos. Cá espero por si para comprovarmos quem ganha a aposta.

Anónimo disse...

Meu Caro, as maiorias absolutas em Portugal têm descambado para o autoritarismo. Foi com Cacvaco e é com Sócrates.
É o quero, posso e mando.
Pedro Pinheiro

Herculano Quintanilha disse...

Porque será que desde o 25 de Abril, nos sucessivos governos, nenhum ministro foi do agrado dos professores?

Anónimo disse...

Vão é trabalhar. Qd há alguém que vos põe no sítio só se sabem queixar e ter reacções cooperativistas.